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Entender o surdo - Cláudia Cotes - Avoz da vez
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Nossa São Paulo - Pesquisa de Mobilidade Urbana - 2013
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Cartilha de atendimento ao deficiente

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A Percepção do motofretista em relação ao risco

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Cartilha de inclusão escolar 2014

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Moto faixa - Relatório final

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Padrões de travessia

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Relatorio de pesquisa - Opinão do motociclista sobre as motofaixas Vergueiro e Sumaré

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Pesquisa Qualitativa com grupo focal

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Legislação Municipal – Calçada – Lei 15442, de 09.09.11

(Projeto de Lei nº 409/10, do Vereador Domingos Dissei – DEMOCRATAS)
Dispõe sobre a limpeza de imóveis, o fechamento de terrenos não edificados e a construção e manutenção de passeios, bem como cria o Disque-Calçadas; revoga as Leis nº 10.508, de 4 de maio de 1988, e nº 12.993, de 24 de maio de 2000, o art. 167 e o correspondente item constante do Anexo VI da Lei nº 13.478, de 30 de dezembro de 2002.
GILBERTO KASSAB, Prefeito do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, faz saber que
a Câmara Municipal, em sessão de 1º de setembro de 2011, decretou e eu promulgo a seguinte lei:

CAPÍTULO I - DA LIMPEZA DE IMÓVEIS

Art. 1º Os responsáveis por imóveis, edificados ou não, lindeiros a vias ou logradouros públicos, são obrigados a mantê-los
limpos, capinados e drenados, respondendo, em qualquer situação, pela sua utilização como depósito de lixo, detritos ou resíduos de qualquer espécie ou natureza.

CAPÍTULO II - DO FECHAMENTO DE TERRENOS

Art. 2º Os responsáveis por terrenos não edificados, com frente para vias ou logradouros públicos dotados de pavimentação
ou de guias e sarjetas, são obrigados a executar, manter e conservar gradil, muro ou outro tipo adequado de fecho nos
respectivos alinhamentos, observadas as regras a serem fixadas por meio de decreto.
§ 1º O fechamento de que trata o “caput” deste artigo poderá ser metálico, de pedra, de concreto ou de alvenaria revestida,
devendo ter altura de 1,20m (um metro e vinte centímetros) em relação ao nível do logradouro e ser provido de portão.
§ 2º O fechamento poderá ter altura superior a 1,20m (um metro e vinte centímetros) desde que, a partir dessa medida,
sejam executados com, no mínimo 50% (cinquenta por cento de sua superfície uniformemente vazada, de forma a possibilitar
a total visão do terreno.
§ 3º O Executivo poderá alterar as características do fechamento, por meio de decreto, em função da evolução da técnica
das construções, dos materiais e das tendências sociais.
Art. 3º Quando o terreno pertencer a loteamento aprovado, fica concedido, para cumprimento do disposto neste artigo, o prazo de 12 (doze) meses, contados a partir da data da expedição do Termo de Verificação de Execução de Obras.
Art. 4º A execução do fechamento depende de Comunicação,prevista no item 3.3 do Código de Obras e Edificações, aprovado
pela Lei nº 11.228, de 26 de junho de 1992, e de Alvará de Alinhamento e Nivelamento, a serem requeridos, pelo responsável,
na Subprefeitura competente, nos termos da legislação vigente.
Parágrafo único. Ressalvadas as hipóteses previstas em lei, o Alvará de Alinhamento e Nivelamento poderá ser dispensado,
a critério da Administração Municipal, nos casos de imóveis que acompanhem os alinhamentos e nivelamentos existentes, excluídos os casos de fechamentos com características de muro de arrimo.
Art. 5º A Administração Municipal poderá dispensar a execução de gradil, muro ou fecho, por impossibilidade ou dificuldade
para a execução das obras, nos seguintes casos:
I – os terrenos apresentarem acentuado desnível em relação ao leito dos logradouros;
II – existir curso d’água ou acidente geográfico junto ao alinhamento ou nele interferindo.
Parágrafo único. Os terrenos com Alvará de Autorização, Aprovação ou Execução em vigor ficam dispensados da execução de
gradil, muro ou fecho desde que instalados, nos alinhamentos ou sobre o passeio, os tapumes exigidos pela legislação que
trata da execução das obras.
Art. 6º Para os efeitos desta lei, considera-se inexistente o gradil, muro ou fecho cuja construção, reconstrução ou preservação esteja em desacordo com as regras e padrões técnicos estabelecidos na normatização específica.
Parágrafo único. Não se enquadram na definição prevista no “caput” deste artigo os fechamentos executados, até a data
da publicação desta lei, de acordo com a legislação vigente à época de sua execução e mantidos em bom estado de conservação.

CAPÍTULO III - DOS PASSEIOS PÚBLICOS

Art. 7º Os responsáveis por imóveis, edificados ou não, lindeiros a vias ou logradouros públicos dotados de guias e sarjetas, são obrigados a executar, manter e conservar os respectivos passeios na extensão correspondente à sua testada, na conformidade da normatização específica expedida pelo Executivo.
§ 1º Ficam excluídos da obrigação de execução dos passeios, prevista no “caput” deste artigo, os responsáveis por imóveis
localizados nas vias integrantes:
I – do Plano de Pavimentação Urbana Comunitária – PPUC, instituído pela Lei nº 10.558, de 17 de junho de 1988;
II – das rotas definidas, mediante decreto, nos termos do dispostono art. 2º da Lei nº 14.675, de 23 de janeiro de 2008, que instituiu o Plano Emergencial de Calçadas – PEC;
III – da Rede Viária Estrutural dos tipos N1, N2 e N3, a teor dos §1º e 3º do art. 6º da Lei nº 13.885, de 25 de agosto de 2004.
§ 2º Para os efeitos desta lei, o passeio será considerado:
I – inexistente, quando executado em desconformidade com as normas técnicas vigentes à época de sua construção ou reconstrução;
II – em mau estado de manutenção e conservação, quando apresentar buracos, ondulações, desníveis não exigidos pela natureza
do logradouro ou obstáculos que impeçam a circulação livre e segura dos pedestres, bem como execução de reparos em desacordo com o aspecto estético ou harmônico do passeio existente.
Art. 8º A instalação de mobiliário urbano nos passeios, tais como telefones públicos, caixas de correio e lixeiras, não poderá bloquear, obstruir ou dificultar o acesso de veículos, o livre acesso e circulação de pedestres, em especial das pessoas com deficiência, ou a visibilidade dos pedestres e motoristas, na confluência das vias, observada a normatização específica expedida pelo Executivo, sob pena de aplicação da multa prevista no Anexo Único integrante desta lei.
Parágrafo único. Qualquer que seja a largura do passeio deverá ser respeitada a faixa livre mínima de 1,20m (um metro e vinte centímetros), destinada exclusivamente a livre circulação de pedestres.
Art. 9º Aplicam-se aos passeios, no que couber, o disposto no art. 3º e no “caput” do art. 5º desta lei, relativo a prazo e dispensa para o cumprimento da obrigação de executar, manter e conservar os passeios.
§ 1º No caso de passeio em mau estado de manutenção e conservação em decorrência da existência de espécie arbórea, o responsável ficará dispensado do cumprimento da obrigação prevista no “caput” do art. 7º desta lei até que o corte ou a supressão seja providenciado pela Administração Municipal, nos termos da legislação vigente.
§ 2º A partir do corte ou supressão da espécie arbórea, o responsável terá o prazo de 30 (trinta) dias para providenciar a
regularização do passeio público.

CAPÍTULO IV - DAS RESPONSABILIDADES, PROCEDIMENTOS E PENALIDADES

Art. 10. Consideram-se responsáveis pelas obras e serviços previstos nos arts. 1º a 7º desta lei:
I – o proprietário, o titular do domínio útil ou da nua propriedade, o condomínio ou o possuidor do imóvel, a qualquer título, ressalvadas as hipóteses previstas no § 1º do art. 7º desta lei;
II – a União, o Estado, o Município e os órgãos e entidades da respectiva Administração Indireta, quanto aos próprios de seu domínio, posse, guarda ou administração.
§ 1º O Município reparará os danos que causar às obras e serviços de que trata esta lei quando da realização dos melhoramentos públicos de sua responsabilidade.
§ 2º As permissionárias do uso das vias públicas para a implantação de equipamentos de infraestrutura urbana destinados à
prestação de serviços públicos e privados repararão os danos causados aos passeios públicos na conformidade do disposto
em legislação específica.
§ 3º Os responsáveis referidos no inciso I do “caput” deste artigo serão solidariamente responsáveis pela regularidade dos
imóveis nos termos das disposições desta lei, bem como pelas penalidades decorrentes do seu descumprimento.
Art. 11. O descumprimento das disposições desta lei acarretará a lavratura, por irregularidade constatada, de autos de multa e de intimação para regularizar a limpeza, o fechamento ou o passeio, conforme o caso, no prazo improrrogável de 30 (trinta) dias.
Parágrafo único. O prazo estabelecido no “caput” deste artigo ficará reduzido a 20 (vinte) dias nos casos das irregularidades previstas no art. 8º desta lei.
Art. 12. Os autos de multa e de intimação serão dirigidos ao responsável ou seu representante legal, assim considerados o
mandatário, o administrador ou o gerente, pessoalmente ou por via postal com aviso de recebimento, no endereço constante do
Cadastro Imobiliário Fiscal, nos termos da Lei nº 10.208, de 5 de dezembro de 1986.
§ 1º Presumir-se-á o recebimento dos autos de multa e de intimação quando encaminhados ao endereço constante do Cadastro Imobiliário Fiscal.
§ 2º A multa e a intimação serão objeto de publicação por edital no Diário Oficial da Cidade.
§ 3º O prazo para atendimento da intimação será contado em dias corridos, a partir da data da publicação do edital, excluído o dia do início e incluído o dia do fim.
Art. 13. O responsável fica obrigado a comunicar, diretamente à Prefeitura do Município de São Paulo, que as irregularidades constatadas foram sanadas, até o termo final do prazo para atendimento da intimação.
Parágrafo único. A comunicação poderá ser feita nas Praças de Atendimento das Subprefeituras, pelo Portal da Prefeitura do
Município de São Paulo na Internet ou por outro meio eletrônico disponibilizado pelo Executivo, mediante regulamentação.
Art. 14. Na hipótese do não atendimento da intimação nos prazos estabelecidos no art. 11 desta lei, nova multa será aplicada por irregularidade constatada. Parágrafo único. A multa prevista no “caput” deste artigo serárenovada a cada 30 (trinta) dias até que haja a comunicação do saneamento da irregularidade ou a constatação da regularização pela Administração Municipal.
Art. 15. Os valores das multas previstas nos arts. 8º, 11, 14 e § 1º do art. 20 desta lei serão os constantes do Anexo Único integrante desta lei.
Parágrafo único. Os valores das multas serão atualizadas anualmente pela variação do Índice de Preços ao Consumidor
Amplo – IPCA, apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, ou por outro índice que venha a substituí-lo.
Art. 16. Contra a aplicação das multas previstas nos arts. 8º, 11, 14 e § 1º do art. 20 desta lei, caberá a apresentação de defesa, com efeito suspensivo, dirigida ao Supervisor de Fiscalização da Subprefeitura, no prazo de 15 (quinze) dias, contados a partir da data da publicação do edital referido no § 2º do art. 12 desta  lei, excluído o dia do início e incluído o dia do vencimento.
§ 1º Contra o despacho decisório que desacolher a defesa, caberá recurso, com efeito suspensivo, dirigido ao Subprefeito,
no prazo de 30 (trinta) dias contados da data da publicação da decisão no Diário Oficial da Cidade, excluído o dia do início e incluído o dia do fim.
§ 2º A defesa e o recurso poderão ser apresentados nas Praças de Atendimento das Subprefeituras, pelo Portal da Prefeitura dos Município de São Paulo na Internet, ou por outro meio eletrônico, disponibilizado pelo Executivo, mediante regulamentação.
§ 3º A decisão do recurso encerra a instância administrativa.
§ 4º O infrator ficará obrigado a realizar o pagamento do valor da multa corrigido, sob pena de cobrança judicial, quando:
I – a defesa for indeferida e não tenha sido apresentado recurso
em tempo hábil;
II – o recurso for indeferido.
Art. 17. A Prefeitura poderá, a seu critério, executar as obras e serviços não realizados nos prazos estipulados, cobrando dos responsáveis omissos o custo apropriado, acrescido de 100% (cem por cento), sem prejuízo da aplicação da multa cabível,
juros, eventuais acréscimos legais e demais despesas advindas de sua exigibilidade e cobrança.
Art. 18. A Prefeitura poderá efetuar a apreensão e a remoção do mobiliário urbano, caso a irregularidade prevista no art. 8º desta lei perdure por mais de 60 (sessenta) dias.

CAPÍTULO V - DA ABERTURA DE GÁRGULAS, DO REBAIXAMENTO E CHANFRAMENTO DE GUIAS E DAS TRAVESSIAS SINALIZADAS PARA PEDESTRES

Art. 19. A abertura de gárgulas sob o passeio, para escoamento de águas pluviais, o chanframento de guias, e o rebaixamento
de guias, para acesso de veículos, serão executados pela Prefeitura, mediante requerimento do interessado e pagamento dos
preços devidos, os quais serão calculados com base nos custos unitários dos respectivos serviços e atualizados em consonância com a legislação vigente.
§ 1º As pessoas físicas ou jurídicas que realizarem os serviços de que trata o “caput” deste artigo 19 incorrerão em multa correspondente ao triplo do valor do preço do serviço, atualizada anualmente pela variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA, apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, ou por outro índice que venha a substituí-lo.
§ 2º Se a Prefeitura, por qualquer motivo, necessitar refazer ou reparar os serviços executados clandestinamente, o infrator, além da multa prevista no “caput” deste artigo, responderá pelo preço correspondente ao refazimento ou reparo e, se for o caso, pelo valor das guias danificadas ou que não puderem ser aproveitadas.
Art. 20. A Prefeitura providenciará, sob sua responsabilidade, o rebaixamento da parte dos passeios necessária ao acesso de
pedestres, nas travessias sinalizadas e nos canteiros centrais das vias públicas.
§ 1º Fica vedada a instalação dos mobiliários urbanos de que trata o art. 8º desta lei junto a rebaixamento vinculado às
travessias sinalizadas, sob pena de multa constante do Anexo Único integrante desta lei.
§ 2º O mobiliário existente, que prejudique o acesso de pedestres ou dificulte a sua visibilidade ou de motoristas, será
removido pela Prefeitura ou, por sua determinação, pelo órgão responsável.
§ 3º O descumprimento ao disposto no “caput” deste artigo acarretará ao infrator multa no valor de R$ 1.000,00, atualizado
anualmente pela variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA, apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística – IBGE, ou por outro índice que venha a substituí-lo.
§ 4º Se a PMSP, por qualquer motivo necessitar refazer ou reparar os serviços executados clandestinamente, o infrator, além
da multa correspondente, responderá pelo preço do refazimento ou reparo e, se for o caso, pelas guias danificadas ou que não puderem ser aproveitadas.

CAPÍTULO VI - DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 21. O Executivo criará um Disque-Calçadas, disponibilizando o respectivo número de telefone para atendimento das
reclamações e prestações de informações.
Parágrafo único. Para a finalidade prevista no “caput” deste artigo, poderá também ser disponibilizado atendimento eletrônico.
Art. 22. O Executivo promoverá as medidas necessárias para viabilizar a aplicação das normas previstas nesta lei, em sistema computadorizado, estabelecendo, mediante portaria, a padronização de procedimentos eletrônicos e demais documentos
necessários ao seu cumprimento.
Art. 23. A Administração Municipal poderá celebrar contratos com empresas privadas, com vista à prestação de serviços de
apoio operacional para a fiscalização, bem como para a execuçãodas obras e serviços tratados nesta lei, nos termos do
seu art. 17.
Art. 24. O Executivo regulamentará esta lei no prazo de 120 (cento e vinte) dias contados da data de sua publicação.
Art. 25. As despesas decorrentes da execução desta lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.
Art. 26. Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as Leis nº 10.508, de 4 de maio de 1988, e nº 12.993, de 24 de maio de 2000, bem como o art. 167 e o correspondente item constante do Anexo VI da Lei nº 13.478, de 30 de dezembro de 2002.PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 9 de setembro de 2011, 458º da fundação de São Paulo.
GILBERTO KASSAB, PREFEITO
NELSON HERVEY COSTA, Secretário do Governo Municipal
Publicada na Secretaria do Governo Municipal, em 9 de setembrode 2011.
DOC 10.09.11

Boletins Técnicos

      A série Boletim Técnico da Companhia de Engenharia de Tráfego, publicada desde 1977, reflete a preocupação da CET em registrar os estudos técnicos sobre trânsito e transporte urbanos produzidos pela Companhia, de maneira a consolidar e disseminar as pesquisas desenvolvidas e os avanços alcançados. Sua divulgação em arquivos eletrônicos potencializa a possibilidade de compartilhar o conhecimento adquirido através do trabalho em São Paulo, com todos os interessados e especialistas no setor.
      Você pode fazer o download de todos os Boletins através do site; alguns boletins abaixo ou consultá-los na Biblioteca da CET, à Av. Marquês de São Vicente, 2154, Barra Funda, São Paulo, SP. biblioteca@cetsp.com.br
Os arquivos estão disponíveis em formato PDF (necessário Adobe Acrobat Reader).


Boletim Técnico 050
A História dos Estudos de Bicicletas na CET
Autor: MALATESTA, Maria Ermelina B.
2012 - 58 p. - 5,2 MB

Boletim Técnico 49
Educação a Distância
Autor: KIEFER, Josefina Giacometi
2012 - 59 p. - 2MB


Nova Paulista - Uma quebra de paradigmas
Autor: BORNSZTEIN, Lili L. e ESPEL, Marcelo
2011 - 59 p. - 3,52 MB

Boletim Técnico 045
Capacitação de Professores - Fazendo Escola
Autor: BRITTO, Ana Claudia Silva de; CIPOLINI, Arlete; MACEDO, Elizabeth dos Santos Lopes de; TOMASSETTI, Magali Centini de Souza; RAMOS, Maria Verônica; BONFANTI, Virgínia Lúcia
2009 - 52 p. - 810 KB

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Notas Técnicas
      A CET está disponibilizando ao público sua série NOTAS TÉCNICAS.
      Elas são resultado de pesquisas e projetos realizados pelo corpo técnico da Companhia e mostram os caminhos que foram percorridos no desenvolvimento de tecnologias e métodos visando melhorar a fluidez e a segurança do trânsito da cidade de São Paulo.
      Sendo assim, os conceitos e proposições apresentados nas notas técnicas não refletem, necessariamente, o ponto de vista da CET, sendo de responsabilidade do autor.
      Há de se considerar também, o tempo em que cada uma delas foi feita, visto que os problemas e as soluções mudam com a cidade, fazendo com que alguns desses documentos passem a ter um valor histórico mais relevante que a própria solução nela descrita.
      As notas técnicas são simultaneamente disponibilizadas na biblioteca da CET e neste site para consulta e pesquisa.


CONHEÇA A BIBLIOTECA CET
Av. Marquês de São Vicente, 2154, São Paulo, SP, Brasil
CEP - 01139-002
Tel.: 55+11+3871.8726 
Fax.: 55+11+3871.8634
E-mail:
biblioteca@cetsp.com.br
Disponíveis em formato PDF (necessário Adobe Acrobat Reader)


Nota Técnica 229
O Desafio de Contar Bicicletas em São Paulo
Autora: Tourinho Neto, Orlirio de Souza 
Colaboradores:
Altanir Augusto Bernardes (in memoriam)
Nelson Simões Pereira
Augusta Tigre de Almeida
José Roberto do Amaral

Pedro Edmar Selegnin
Eduardo Carvalho Pereira
Wagner Ciffarelli Funes
Rodrigo Rodrigues da Silva Santos
e Estagiários do DSP

2013 - Pgas.: 18, 2MB

Nota Técnica 219 
O Risco do Idoso Pedestre nas Vias Urbanas
Autor: MICHELETTO, Telma Maria Gorgulho Pereira
2011 - Pgs:. 13, 367 Kb


Nota Técnica 217
Grande Prêmio da Segurança - O jogo como forma de sensibilização e reflexão
Autora: CIPOLINI, Arlete
2011 - Pgs.: 7, 158KB


Perfil sócio-ecomômico-cultural dos candidatos a motorista de táxi
Autor: GABRIEL, Sonia R. Carbone
1996 - Pgs.: 3 - 81kb

Contribuição para o estudo e controle da emissão de poluentes atmosféricos por automóveis em São Paulo
Autor: VIANNA Jr., Edison de Oliveira
1996 - Pgs.: 5 - 91kb

Influência da chuva na ocorrência dos acidentes de trânsito
Autores: PAULA, Max Ernani Borges de, DUARTE, Augusta Maria
1996 - Pgs.: 4

A importância dos bandeirinhas (flaggers) na segurança viária, em áreas de obras: comentários e algumas considerações
Autor: BRITO, Marcos Venicius
1995 - Pgs.: 3 - 238kb

Conselho Estudantil de Prevenção de Acidentes de Trânsito - CEPAT
Autores: ITO, Mauro Yoshio, BEREZOVSKY, Ilana, PENNA, Suzana Nunes
1995 - Pgs.: 3 - 43kb

O RPG como estratégia de educação de trânsito
Autor: RAYMUNDO, Helena
1995 - Pgs.: 2 - 484Kb

Campanhas educativas e propaganda: algumas considerações
Autor: KANKI, Rafael Teruki
1995 - Pgs.: 4 - 57kb

Avaliação do percurso casa-escola das crianças de 1ª a 5ª séries do 1º grau
Autores: REIS, Ivone Piwowarczyk, COELHO, Rosana Novaes P.
1994 - Pgs. 2 - 56kb

Nota Técnica 179
O efeito da utilização do telefone celular sobre a atenção do motorista
Tradutor: RODRIGUES, Fernando José Antunes
1994 - Pgs.: 3 - 186kb

Uso de equipamentos e procedimentos de segurança: cinto de segurança; farol aceso e transporte de crianças
Autor: KAWAMURA, Reiko
1994 - Pgs.: 3 - 145kb

Pesquisa: recursos audiovisuais na operação escola
Autor: KAWAMURA, Reiko
1994 - Pgs.: 4 - 238kb

Projeto e Operação Escola
Autor: CHRISTIANINI, Waldemar A.C.
1993 - Pgs.: 23 - 1161kb

Dez anos de educação de trânsito
Autores: VIEIRA, Dagoberto, KANKI, Rafael Teruki
1990 - Pgs.: 2 - 90kb

O fator educação na redução de acidentes de trânsito
Autor: GONÇALVES, Flávio
1985 - Pgs.: 7 - 50kb

A calçada e o pedestre
Autor: BOUCINHAS, Maria da Penha N.C.
1981 - Pgs.: 5 - 36kb

Educar para o trânsito
Autor: BARBOSA, Paulo Roberto do Amaral
1980 - Pgs.: 8 - 54kb

Segurança de pedestres
Tradutor: LEHFELD, Gilberto Monteiro
1979 - Pgs.: 10 - 78kb

Educação para o trânsito: uma necessidade
Autor: ANTUNES, Virgínia Colaneri dos Reis
1979 - Pgs.: 5 - 40kb

Educação para o trânsito
Autor.: BARBOSA, Paulo Roberto Amaral
1979 - Pgs.: 8 - 53kb

Cinema super 8 : um caminho para educação de trânsito
Autor: ANTUNES, Virginia Colaneri dos Reis
1978 - Pgs.: 6 - 39kb

Segurança viária e dos pedestres
Tradutor: LEHFLED, Gilberto Monteiro
1978 - Pgs.: 12 - 463kb

Projeto Escola
Autor: LAUR, Helena Raymundo
1978 - Pgs.: 6 - 41kb

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14 de fevereiro de 2012 - Diário da Saúde


      Por que os motoristas mais idosos, especialmente aqueles acima dos 70, se envolvem em acidentes de trânsito principalmente em cruzamentos? A tendência geral é de se atribuir o fato a um declínio cognitivo ou físico, envolvendo maior tempo de reação, pior visão ou pior audição. Esses fatores são sem dúvida parte do problema – mas sequer são a maior parte do problema. Cientistas descobriram um fator que é mais importante e que pode ser facilmente corrigido.
      O fato é que, dizem os cientistas, os motoristas mais idosos desenvolvem maus hábitos ao volante – mas esses hábitos perigosos podem ser desaprendidos.
      Software, não hardware     

      “É um problema de software, não de hardware,” resume Alexander Pollatsek, da Universidade de Massachusetts Amherst (EUA). “O maior percentual causador de desatenção nos cruzamentos deve-se a uma estratégia ou jeito de pensar que foi adquirido, e não a algum problema com o cérebro das pessoas idosas,” completa.
      Usando simuladores de alto realismo, os estudos mostraram que os motoristas idosos observaram as zonas de perigo com menos frequência do que seria seguro, comprometendo a segurança. Os pesquisadores ressaltam que os motoristas mais idosos, mais temerosos de algum acidente ao reconhecer as próprias deficiências físicas, adotam uma cautela excessiva ao dirigir, mas sobretudo focando-se diretamente à frente. E essa estratégia falha justamente nas intersecções, o que explica porque é aí que eles se envolvem mais em acidentes.
Motorista jovem de novo     

Para confirmar que era mesmo uma questão de treinamento, os cientistas avaliaram se um programa educativo poderia eliminar os maus hábitos – o treinamento sozinho não seria capaz de resolver problemas motores ou cognitivos, por exemplo.
      Um dos grupos apenas viu a gravação de sua participação. O segundo grupo passou por um “treinamento passivo”, uma palestra sobre onde estavam os maiores riscos nas interseções. O terceiro grupo assistiu o replay de sua participação e, ao mesmo tempo, recebeu um feedback sobre seu comportamento.
      A maioria dos idosos do terceiro grupo identificou sua própria falha antes que os instrutores precisassem falhar-lhe. Ao repetir as tarefas, não houve diferença de desempenho nos dois primeiros grupos em relação ao primeiro teste. O terceiro grupo, porém, depois de repassar suas deficiências, passou a ter um desempenho equivalente ao de motoristas jovens usados como referência. A avaliação foi repetida 20 meses depois, e os efeitos do treinamento se mantiveram.

Fonte: Diário da Saúde


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13 de fevereiro de 2012


A Estação Digital – Acessibilidade
Fundação Banco do Brasil 5
      A Fundação Banco do Brasil completa 25 anos de atuação em 2010.
      O propósito da fundação é promover o desenvolvimento social de forma solidária e sustentável, por intermédio da mobilização das pessoas, articulação de parcerias e multiplicação de soluções sociais.
      O Programa Inclusão Digital nasceu para fortalecer experiências e ações que busquem a melhoria das condições econômicas, sociais, culturais e políticas das comunidades por meio do acesso às tecnologias da informação e comunicação.
Veja a edição completa no site abaixo:
                  
http://www.bb.com.br/docs/pub/inst/dwn/CartAcessibilidade.pdf


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11 de janeiro de 2012


      Meses atrás, Mario Thadeu Leme de Barros, professor de Recursos Hídricos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, fez uma viagem de trabalho à Suécia, onde conheceu a cidade de Boras, próximo de Gottenburg. Convidado a visitar o sistema local de tratamento de lixo, ficou encantado: com cerca de 100 mil habitantes, Boras tem todos os seus resíduos separados de acordo com a futura utilização, a parte orgânica destinada à produção de biogás (que vai alimentar a frota de ônibus municipal); o que dá para ser reciclado (70%) é feito em centrais montadas com esse fim; e a parte seca (do lixo) incinerada para a geração de energia elétrica e água quente (que será distribuída para todas as residências, beneficiando a população dos rigores do clima escandinavo). O processo de incineração, claro, procura evitar ao máximo a emissão de dioxinas. Moral da história? “Boras conseguiu resolver em quase 100% o problema do aterro sanitário – que só existe para abrigar as cinzas da incineração, quantia mínima”, conta.
      Mario Thadeu Leme de Barros também é coordenador do eixo ambiental do SP 2040. Com essa função, é natural que o destino que se dá ao lixo em São Paulo lhe cause preocupação. “Não se pode comparar a cidade sueca com a capital paulista, existe um problema enorme de escala entre elas… Mas, temos de colocar em prática, no município, políticas ambientais cujas metas de curto, médio e longo prazo permitam, por exemplo, resolver o problema do aterro sanitário, ao menos, em 30%”. Mario Thadeu tem o que alertar sobre o que agride o solo, a água e o ar. Confira:
SP 2040: Do que trata o eixo estratégico Melhoria Ambiental?
Mario Thadeu: O foco do nosso trabalho está na melhoria da qualidade da água, da ocupação do solo e do ar. Essa é a tríade de ação do eixo Melhoria Ambiental. Naturalmente, cada um desses tópicos se subdivide em diversas questões.
SP 2040: O que gostaria de chamar a atenção sobre a água, por exemplo?
Mario Thadeu: Quando falamos de qualidade da água, falamos de fato de quantidade – é a água em excesso, relacionada à época das chuvas, que faz sofrer a cidade com as inundações; e também a água em falta, período da seca, quando não há água suficiente nos rios, comprometendo o abastecimento. Temos ainda o problema da água boa para beber e o da geração de esgoto, lançado à água sem tratamento. São todas elas razões de estudo do plano SP 2040.
SP 2040: O que há de mais urgente para ser resolvido em relação ao solo da cidade?
Mario Thadeu: O problema mais sério é a geração dos resíduos sólidos urbanos e o seu destino – hoje a cidade de São Paulo produz 17 mil toneladas de lixo por dia e praticamente a maior parte desse lixo vai parar nos aterros sanitários – o percentual de reciclagem ainda é bem baixo. Pior: áreas para aterro sanitário estão escasseando no município e percorrer grandes distâncias com essa montanha de lixo será um problema insolúvel! Outra questão discutida no plano em relação ao solo é a presença de habitações irregulares, um tipo de ocupação que é encontrada por toda a cidade. O que significa? Boa parcela da população não tem onde morar salvo em áreas de risco, fundo de vale ou encosta. Os números são gigantescos – algo em torno a dois milhões de pessoas vivendo dessa forma!
SP 2040: Qual seria a São Paulo “verde” que o eixo ambiental tem a propor?
Mario Thadeu: Uma questão ambiental importante é a chamada cobertura verde, ou seja, a arborização das ruas e a instalação de valas “verdes” de coleta de água – são medidas que a cidade pode utilizar de modo a recompor a infiltração da água da chuva no sKS~ or exemplo. Disp 3 ~}?sh ( XO hWGE O-D