3 de julho de 2015

Que tipo de campanha deveria ter no Brasil?


SE BEBER, NÃO DIRIJA!!

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Como que é? “Prevenção”? Ah, sim! Todos sabemos: substantivo “comum”, classificam-no os gramáticos. É o ato de ter responsabilidade, acautelar-se, né? Porém, para protagonistas do trânsito paulistano... Pedestres, motoristas, motociclistas, ciclistas (melhor, “cicloativistas”)... É substantivo “incomum”, na mais das vezes.

É caso de criticar. Motoristas e mesmo pedestres, não são “santos”. Mas – prevenção – ciclistas?! “Sai de baixo”, hein! Pedalam por cima da tal prevenção com a mesma naturalidade com a qual pedalam nas calçadas! Pretextos nada deglutíveis é que lhes são “razões” para fazê-lo.

Dúvida “cruel”: acaso seria “prevenção” – muito embora com o absurdo amparo legal – conceder ao ciclista a prerrogativa de ele pedalar na contramão, caso das estreitinhas ciclovias de mãos opostas e contíguas, sob risco de um atropelamento – pelo veículo que vem (?) na mão certa? “Presente de grego”.

Não são “poucos”, tampouco “meia dúzia”. Um grande contingente de ciclistas – não vê quem não quer ver – pedala sem a menor prevenção – menosprezando a própria incolumidade física, quanto mais a de outrem – pedestres, principalmente. Circulam sem campainha e sem luzes. Luzes “próprias” (farolete e lanterna traseira). Luzes, para bicicletas? Só as dos postes. E a da Lua!

A Lua, sabemos, também não tem luz própria. Mas, toda noite, nunca na contramão, ela pedala em torno da Terra, numa ciclovia “imaginária”, por prevenção (não atropelar a Terra!), com luz emprestada – do Sol, né? Porque pedalar à noite, sem farolete, é total burrice. Cujo perigo se estende ao pedestre, que atravesse à frente dessa bicicleta.

Por sinal, ciclista é o único – dentre demais condutores – que transgride no trânsito, sem qualquer consequência: não é autuado – quem multa ciclista? Apreendem-se bikes? Pois não há sequer FISCALIZAÇÃO!

Ciclistas imprudentes – aquela “meia dúzia”, “alguns” (rs, rs, rs), que têm alergia por prevenção – esses daí, sim, inquestionavelmente, esses caras pedalam... “no mundo da lua”! Na contramão, claro...

Rubens Cano de Medeiros