CET SP

EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO

TRABALHOS DE EDUCAÇÃO DE TRÂNSITO CET SÃO PAULO - OPERADOR NA ESCOLA

A CET São Paulo possui trabalhos de Educação de Trânsito que vão desde a Educação Infantil até a Terceira Idade. Conheça nossos trabalhos...

OPERAÇÃO ESCOLA E TRAVESSIA DE ESCOLARES

CET capacita orientadores de travessia para atuarem junto aos alunos, pais e comunidade, orientando-os e transmitindo uma maior segurança na travessia dos pedestres. Foto: Parque Zoológico SP

CURSO MOTOFRETISTA

Curso que visa permissão e maior segurança aos profissionais de Motofrete"

VOLTA ÀS AULAS 2015

O objetivo dessa operação é desenvolver ações educativas e operacionais, orientando, ordenando e fiscalizando o trânsito nas proximidades das escolas cujo tráfego intenso tem potencial para causar reflexos negativos ao sistema viário. ""

21 de novembro de 2016

Zona Azul





      Prazo para a utilização da Zona Azul no formato de papel foi prorrogado até 04 de dezembro
A validade da Zona Azul no formato convencional (em folhas de papel) foi prorrogada até o dia 04/12/2016, impreterivelmente. A extensão do prazo é para facilitar o uso da Zona Azul nesse período de transição para o modo digital, que está em vigor desde julho.
Assim, a partir do dia 05/12/2016, só estará valendo o Cartão Azul Digital.
...
       Quem ainda tiver as folhas de papel e quiser fazer a transferência do valor correspondente para a versão digital deve se dirigir ao Posto CET da Rua Senador Feijó, nº 143 - 1° andar - Centro (próximo à Praça da Sé), no período de 21/11/2016 a 30/12/2016, de 2ª à 6ª feira (exceto feriado), das 08h às 17h. Em até 24 horas, o respectivo valor estará creditado no aplicativo da Zona Azul Digital escolhido pelo usuário.

11 de novembro de 2016

O Trânsito em Nossas Vidas

      Em meio às tecnologias que se atualizam freneticamente, ao caos consumista que incessantemente se instala em nossa sociedade e, principalmente, ao pensamento individualista que impregna cada um de nós, somos incentivados, indiretamente, a viver de maneira focada puramente na satisfação de nossos desejos, e de se importar menos de que maneira nossas decisões influenciam não somente a nós mesmos, mas aqueles ao nosso redor, quer conhecidos ou não.
Foto: Andrea Brandão
      Tudo isso já foi dito e repetido diversas vezes todo dia, semana, mês, ano, nos últimos cem anos, aproximadamente, mas, ainda assim, parece que tudo é novo e surpreendente. O engraçado é que viramos nossos rostos à estas concepções acreditando que não se aplicam a nenhum de nós. Mas elas estão mais próximas do que pensamos.
      Exemplo claro de situações onde nosso benefício próprio é imposto como mais importante que o de qualquer outro incluem provas de vestibulares e concursos públicos, onde o desempenho do candidato necessariamente deve ser maior que o de seus “adversários”, e entrevistas de emprego, onde, predominantemente, um pedaço de papel cheio de títulos e prominência comunicativa determinam quem é mais merecedor de determinada vaga de emprego. Não que o interesse pessoal e o benefício próprio não sejam importantes, mas é necessário pensar que, em uma sociedade, não é saudável viver baseado na competição com o outro. Afinal de contas, uma sociedade é formada pela união e colaboração mútua, e não pela segregação e valorização de um grupo.
      Mesmo que boa parte possa viver uma vida sem contato com os exemplos supracitados,   existe um que, irrefutavelmente, se aplica a todos nós, independente de procedência, status, posição social ou qualquer tipo de parâmetro segregacionista: o trânsito.
      Pode parecer sem sentido, mas esta simples palavra, derivada do latim transitu (“de passagem”), está diretamente ligada à nossa vida diária, e caracteriza um dos melhores exemplos de como a ética e a educação cívica pode ser aplicada em nosso cotidiano, independente de quem somos. Mas de que forma isso se procede?
      Primeiramente, é necessário frisar que o trânsito não é restrito somente à dificuldade de locomoção em vias públicas dentro de uma cidade, apesar de ser mais usado neste contexto. Na verdade, a palavra, assim como em sua concepção original latina, designa qualquer tipo de utilização de uma via, seja ela dentro de uma cidade, em uma área rural, no entorno de uma praia, ou nos contornos de uma montanha; havendo movimentação por parte de algum ser, seja pessoa, veículo, animal (cavalos, cães guia), o trânsito se encontra em ação.
      Ademais, sendo componente intrínseco na vida de todos, é constitucional que o trânsito é um direito da população, e deve ser mantido e assegurado a todos através da supervisão de Sistemas de Trânsito. Estes órgãos são responsáveis, dentro de suas respectivas competências e obrigatoriedades, por danos causados aos cidadãos, consequentes de ação, omissão ou erro na execução e manutenção de seus serviços. Tais órgãos também são responsáveis pela preservação do meio ambiente e da vida, assim como da saúde de todos os envolvidos em seus projetos, direta ou indiretamente.
      Sendo parte de nossa sociedade, e inserido diretamente em nossa vida cotidiana, o trânsito se constitui como parâmetro ideal para retratar o problema da individualidade. Isso se dá pelo motivo de todos passarmos por situações em que temos a oportunidade de pensar somente na situação em que nos encontramos, ou ter empatia e pensar naqueles ao nosso redor. Quantas vezes deixamos de tomar uma atitude correta, para nosso próprio benefício?
      Como, então, podemos tornar o trânsito em um mecanismo focado na unidade e cooperação mútua de todas as partes, como deveria idealmente ser? Em primeira instância, deve-se constituir a ideia que o trânsito é de todos, e para todos. Independente da hierarquia veicular que foi imposta com o tempo, colocando os automóveis particulares acima de todos os modais, o trânsito, obrigatoriamente, deve tratar todos seus componentes (pedestres, motoristas, ciclistas, motociclistas, condutores, entre outros) como partes integrais, e não permitir que uma parcela seja segregada em detrimento daqueles que “aparentemente” dominamo trânsito.
      Muitas medidas vêm sendo tomadas pelos órgãos responsáveis pelo trânsito, visando a melhor organização e otimização deste, além de buscar garantir maior conforto da população, como criação de corredores e faixas exclusivas para ônibus, ciclovias e faixas de pedestres diagonais. No entanto, independente do modal que utilizem – seja o empresário em seu conversível, o estudante no ônibus, o idoso com sua bengala – independente de posição social ou financeira, deve se tornar a claro e consensual que todos somos integrantes vitais do trânsito e que este não é regido pelos veículos pessoais, visto que são pessoas, não carros, que formam a sociedade, e estas devem ser a prioridade mor no planejamento e execução; afinal, a vida deve ser mantida em primeiro lugar, e sabemos muito bem que a vida não se encontra em uma máquina automatizada, que deveria ser usado como um tipo de suporte em direção a um trânsito mais organizado e igualitário, e não como forma de imposição de poder e medo nas vias.
      O trânsito é para as pessoas, para a vida, e deve atender as demandas e necessidades requeridas para que o curso da vida siga de forma harmoniosa, focando sempre na colaboração mútua de todas as partes para a construção de uma sociedade mais unida.

Pedro Henrique Amorim dos Santos - Letras FFLCH USP - Estagiário CET - Educação SP




1 de novembro de 2016

Velocidade de Ônibus Cai nos Corredores (Notícia de 29/10/2016)

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31 de outubro de 2016

Aumento do Valor de Multas (Notícia de 30/10/2016)

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Uma Multa a Cada Dois Segundos (Notícia de 27/10/2016)

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26 de outubro de 2016

Conclusão da Linha 5-Lilás e Aumento de Custo (Notícia de 26/10/2016)

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Linha 15-Prata das 4h40min à 0h (Notícia de 25/10/2016)

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