CET SP

EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO

TRABALHOS DE EDUCAÇÃO DE TRÂNSITO CET SÃO PAULO - OPERADOR NA ESCOLA

A CET São Paulo possui trabalhos de Educação de Trânsito que vão desde a Educação Infantil até a Terceira Idade. Conheça nossos trabalhos...

OPERAÇÃO ESCOLA E TRAVESSIA DE ESCOLARES

CET capacita orientadores de travessia para atuarem junto aos alunos, pais e comunidade, orientando-os e transmitindo uma maior segurança na travessia dos pedestres. Foto: Parque Zoológico SP

CURSO MOTOFRETISTA

Curso que visa permissão e maior segurança aos profissionais de Motofrete"

VOLTA ÀS AULAS 2015

O objetivo dessa operação é desenvolver ações educativas e operacionais, orientando, ordenando e fiscalizando o trânsito nas proximidades das escolas cujo tráfego intenso tem potencial para causar reflexos negativos ao sistema viário. ""

6 de abril de 2017

Entrevista da educadora da CET para a TV Câmara de São Paulo

Educação de trânsito, Prêmio CET e atenção ao dirigir, foram os temas tratados pela educadora da CET de São Paulo, Lucia Ludescher na entrevista concedida à TV Câmara Municipal de São Paulo.
Veja a matéria na íntegra.


Serviço:
Todas as atividades educativas desenvolvidas pela CET de São Paulo
Portal Educacional Interativo com atividades para todas as idades

29 de março de 2017

Educação de Trânsito: você conhece esse lado da CET?

Através deste bate-papo descontraído, o YouTuber DJ Petronis entrevista a Coordenadora Lucia Maria Ludescher. Ela fala sobre as atividades realizadas pelo CETET - Centro de Treinamento e Educação de Trânsito, que conta com um trabalho voltado a todos os públicos - desde a educação com crianças a partir dos 3 anos até idosos, requalificação de motoristas, cursos de motofrete, entre outros - às relações no trânsito, e que visa levar a população a refletir e pensar sobre como cada cidadão e modal de trânsito têm influência sobre todos.




Além de explicar os trabalhos realizados no CETET, Lucia fala sobre o Prêmio CET, que está na sua 9ª edição e premia trabalhos voltados à mobilidade e cidadania desde 2009. O Prêmio está dividido em 14 categorias direcionadas a diversos públicos, incluindo uma categoria para criação de games. Todos podem (e devem) participar.
Cada categoria premia R$10.000,00, sendo R$5.000,00 para o primeiro lugar, R$3.000,00 para o segundo e R$2.000,00 para o terceiro de cada categoria. São R$140.000,00 em prêmios!
O prêmio é um incentivador e um convite à reflexão sobre o trânsito e a mobilidade na cidade de São Paulo.



30 de janeiro de 2017

A escolha é sua...30 de Janeiro - Dia da Não Violência


11 de novembro de 2016

O Trânsito em Nossas Vidas

      Em meio às tecnologias que se atualizam freneticamente, ao caos consumista que incessantemente se instala em nossa sociedade e, principalmente, ao pensamento individualista que impregna cada um de nós, somos incentivados, indiretamente, a viver de maneira focada puramente na satisfação de nossos desejos, e de se importar menos de que maneira nossas decisões influenciam não somente a nós mesmos, mas aqueles ao nosso redor, quer conhecidos ou não.
Foto: Andrea Brandão
      Tudo isso já foi dito e repetido diversas vezes todo dia, semana, mês, ano, nos últimos cem anos, aproximadamente, mas, ainda assim, parece que tudo é novo e surpreendente. O engraçado é que viramos nossos rostos à estas concepções acreditando que não se aplicam a nenhum de nós. Mas elas estão mais próximas do que pensamos.
      Exemplo claro de situações onde nosso benefício próprio é imposto como mais importante que o de qualquer outro incluem provas de vestibulares e concursos públicos, onde o desempenho do candidato necessariamente deve ser maior que o de seus “adversários”, e entrevistas de emprego, onde, predominantemente, um pedaço de papel cheio de títulos e prominência comunicativa determinam quem é mais merecedor de determinada vaga de emprego. Não que o interesse pessoal e o benefício próprio não sejam importantes, mas é necessário pensar que, em uma sociedade, não é saudável viver baseado na competição com o outro. Afinal de contas, uma sociedade é formada pela união e colaboração mútua, e não pela segregação e valorização de um grupo.
      Mesmo que boa parte possa viver uma vida sem contato com os exemplos supracitados,   existe um que, irrefutavelmente, se aplica a todos nós, independente de procedência, status, posição social ou qualquer tipo de parâmetro segregacionista: o trânsito.
      Pode parecer sem sentido, mas esta simples palavra, derivada do latim transitu (“de passagem”), está diretamente ligada à nossa vida diária, e caracteriza um dos melhores exemplos de como a ética e a educação cívica pode ser aplicada em nosso cotidiano, independente de quem somos. Mas de que forma isso se procede?
      Primeiramente, é necessário frisar que o trânsito não é restrito somente à dificuldade de locomoção em vias públicas dentro de uma cidade, apesar de ser mais usado neste contexto. Na verdade, a palavra, assim como em sua concepção original latina, designa qualquer tipo de utilização de uma via, seja ela dentro de uma cidade, em uma área rural, no entorno de uma praia, ou nos contornos de uma montanha; havendo movimentação por parte de algum ser, seja pessoa, veículo, animal (cavalos, cães guia), o trânsito se encontra em ação.
      Ademais, sendo componente intrínseco na vida de todos, é constitucional que o trânsito é um direito da população, e deve ser mantido e assegurado a todos através da supervisão de Sistemas de Trânsito. Estes órgãos são responsáveis, dentro de suas respectivas competências e obrigatoriedades, por danos causados aos cidadãos, consequentes de ação, omissão ou erro na execução e manutenção de seus serviços. Tais órgãos também são responsáveis pela preservação do meio ambiente e da vida, assim como da saúde de todos os envolvidos em seus projetos, direta ou indiretamente.
      Sendo parte de nossa sociedade, e inserido diretamente em nossa vida cotidiana, o trânsito se constitui como parâmetro ideal para retratar o problema da individualidade. Isso se dá pelo motivo de todos passarmos por situações em que temos a oportunidade de pensar somente na situação em que nos encontramos, ou ter empatia e pensar naqueles ao nosso redor. Quantas vezes deixamos de tomar uma atitude correta, para nosso próprio benefício?
      Como, então, podemos tornar o trânsito em um mecanismo focado na unidade e cooperação mútua de todas as partes, como deveria idealmente ser? Em primeira instância, deve-se constituir a ideia que o trânsito é de todos, e para todos. Independente da hierarquia veicular que foi imposta com o tempo, colocando os automóveis particulares acima de todos os modais, o trânsito, obrigatoriamente, deve tratar todos seus componentes (pedestres, motoristas, ciclistas, motociclistas, condutores, entre outros) como partes integrais, e não permitir que uma parcela seja segregada em detrimento daqueles que “aparentemente” dominamo trânsito.
      Muitas medidas vêm sendo tomadas pelos órgãos responsáveis pelo trânsito, visando a melhor organização e otimização deste, além de buscar garantir maior conforto da população, como criação de corredores e faixas exclusivas para ônibus, ciclovias e faixas de pedestres diagonais. No entanto, independente do modal que utilizem – seja o empresário em seu conversível, o estudante no ônibus, o idoso com sua bengala – independente de posição social ou financeira, deve se tornar a claro e consensual que todos somos integrantes vitais do trânsito e que este não é regido pelos veículos pessoais, visto que são pessoas, não carros, que formam a sociedade, e estas devem ser a prioridade mor no planejamento e execução; afinal, a vida deve ser mantida em primeiro lugar, e sabemos muito bem que a vida não se encontra em uma máquina automatizada, que deveria ser usado como um tipo de suporte em direção a um trânsito mais organizado e igualitário, e não como forma de imposição de poder e medo nas vias.
      O trânsito é para as pessoas, para a vida, e deve atender as demandas e necessidades requeridas para que o curso da vida siga de forma harmoniosa, focando sempre na colaboração mútua de todas as partes para a construção de uma sociedade mais unida.

Pedro Henrique Amorim dos Santos - Letras FFLCH USP - Estagiário CET - Educação SP




30 de maio de 2016

Toda pessoa que ama alguém devia ler esse texto que Fernanda Gentil escreveu ao perder um amigo


Amigos, vamos parar!!!! Vamos parar porque hoje perdemos nosso Pedro Ivo!
Novo, querido, recém-casado, pai em poucos meses... Vamos parar, por favor, porque amanhã pode ser o Pedro Ivo de vocês.


      Vamos parar de nos estressar por arranharmos nosso carro, de brigar com o vizinho por música alta, de ficar com raiva por esquecermos algo em casa. De um minuto pro outro, Pedro Ivo se foi. Vamos parar de discutir relacionamentos por besteira, de julgar os outros pela cor da pele, classe social, peso corporal ou gosto sexual.
      Vamos parar de sofrer por vaidade. De acreditar que crachá conta, que salário define, que cargo manda. Vamos parar de acreditar que a vida acontece da catraca do trabalho pra dentro.
      A vida é lá fora — é onde tudo acontece, é onde a gente luta por ela de verdade..... e onde a perdemos também. É pra lá da catraca que estão nossos filhos, pais, irmãos e sobrinhos, e eles muitas vezes não podem nos esperar.
Vamos parar de nos agredir e machucar. Parar de matar. Vamos parar, gente!!!!       Parar de gastar tanta energia com a perda de um emprego, uma nota baixa ou um amor não correspondido. O tempo tem que ser gasto com o que requer tempo... porque o tempo não volta. O Pedrinho não volta.
      Paremos, simplesmente, de PER-DER-TEM-PO com "falsos golpes" da vida.   Pancada mesmo é o que não dá pra consertar. O Pedro foi uma pancada da vida, e virou uma lição também — pra gente aprender, de uma vez por todas, que quem a gente vê todo dia não vai estar aqui todos os dias.
      Vamos valorizar. Pedro estava ontem, e hoje não estava mais. Um dos corações mais puros daquela redação foi embora sem nem avisar, mas eles normalmente não avisam mesmo; a gente é que tem que estar sempre avisando a eles, e só assim estaremos plenos e de consciência tranquila no dia em que eles forem embora sem dar tchau.

      Distribuam, sempre, pequenos avisos:
"Te amo"
"Parabéns"
"Saudade"
"Bom dia"
"Volta logo"
"Belo texto"
"Gosto muito de você"
"Obrigada"
"Boa noite"
"Dorme bem"
Meu aviso de hoje vai pra ele, claro: "Descanse em paz."


Pedro Ivo: editor do 'JN', ele sofreu um acidente de moto e não resistiu

Fonte: http://entretenimento.r7.com/blogs/alvaro-leme/toda-pessoa-que-ama-alguem-devia-ler-esse-texto-que-fernanda-gentil-escreveu-ao-perder-um-amigo-20160526/?s_cid=toda-pessoa-que-ama-alguem-devia-ler-esse-texto-que-fernanda-gentil-escreveu-ao-perder-um-amigo_blog-alvaro-leme_twitter&utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=botao_twitter&utm_term=toda-pessoa-que-ama-alguem-devia-ler-esse-texto-que-fernanda-gentil-escreveu-ao-perder-um-amigo_blog-alvaro-leme



25 de maio de 2016

Você só Vive uma Vez?


FALSO


Você Vive Todos os Dias



VOCÊ SÓ MORRE UMA VEZ

Aproveite bem o feriado, com responsabilidade, não corra, respeite a sinalização, seja gentil no trânsito e nas estradas, volte com vida.

BOM FERIADO!!




24 de maio de 2016